Maior ídolo do Morumbi, Ceni tenta adiar despedida na Libertadores e a sua via @Reinaldo_Cruz #QuestãoBrasil

Rogério Ceni pode ter feito sua última partida com a camisa do São Paulo no Estádio do Morumbi pela Copa Libertadores. O goleiro, 40 anos, já afirmou que deve se aposentar ao final da temporada, e não pôde evitar a derrota de virada para o Atlético-MG, na noite de quinta-feira, pelas oitavas de final da competição sul-americana. Para manter vivo o sonho de mais um título no torneio, somente caso o time tricolor consiga vitória de pelo menos 2 a 0 no Independência, na próxima quarta-feira.

Segundo o técnico Ney Franco, Ceni não comentou sobre essa possibilidade depois da partida. “No momento que reunimos os atletas, não teve nenhum posicionamento. Eu falei e e disse basicamente que a competição está aberta. Já fomos colocados fora e permanecemos. Agora vai ser mais uma preparação. Temos que trabalhar para chegar lá e fazer um bom jogo para tentar reverter a situação”, explicou o treinador.

A história de Ceni com o São Paulo envolve em especial a Libertadores. Reserva na conquista do segundo título do clube, em 1993, o goleiro foi o principal nome em 2005, quando a equipe paulista venceu a copa pela terceira vez. O arqueiro ainda apresenta números expressivos pela competição continental.

Rogério é o brasileiro com mais partidas pela Libertadores (81), além de ser o maior artilheiro do São Paulo no torneio (14 gols). Na atual edição, o goleiro foi principalmente protagonista por, apesar de lidar com falhas, ter feito o primeiro gol da vitória por 2 a 0 sobre o Atlético-MG, partida que significou a classificação às oitavas de final.

São Paulo e Atlético-MG voltam a se enfrentar na próxima quarta-feira, em Belo Horizonte.
Antes da derrota para o Atlético-MG, Ceni ainda contava com um retrospecto impressionante. O último revés do arqueiro no Morumbi pela Libertadores havia ocorrido em 2006, um outro 2 a 1, na final contra o Internacional, que viria a conquistar o título. Esta foi também apenas a quarta derrota de Rogério em partidas internacionais no estádio paulistano.

Para manter vivo o sonho de conquistar Libertadores no ano de sua aposentadoria, Ceni e o São Paulo precisarão enfrentar também um retrospecto. Apesar de ter histórico positivo contra brasileiros, com sete triunfos em confrontos de mata-mata, os últimos cinco reveses são-paulinos no torneio (entre 2006 e 2010) foram contra equipes do País. Um tabu difícil para o goleiro superar.

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