Pré-candidatura Gomide ganha corpo. União da oposição e PMDB de Friboi ficam cada vez mais distantes em 2014

      Como gostamos de frisar sempre, em política nada é definitivo ou muito menos para sempre, mas os acontecimentos vão precipitando os resultados e depois das escolhas é difícil imaginar, que diante de tanta informação que as pessoas tem acesso, alguém possa voltar atrás nas decisões tomadas.

      Antônio Gomide foi chegando sem alarde, teve seu nome ventilado aqui ou acolá, nada que pudesse incomodar principalmente o PMDB capitaneado por Samuel Belchior, mas a militância que atua como uma grande torcida de futebol foi se entusiasmando com a ideia e os caciques do partido, em sua grande maioria visando seus projetos pessoais mais ainda. Antônio Gomide vem tendo uma atuação destacada à frente da Prefeitura de Anápolis para qual foi eleito em primeiro turno com mais de 80% dos votos.

      É legítimo que o petista pleitei o direito de ser candidato no pleito que se avizinha, mas para viabilizar sua candidatura é preciso buscar o consenso e um mínimo de aprovação dos partidos que fazem oposição a Marconi Perillo e sonham tomar o seu lugar como inquilino da Casa Verde. União é a palavra chave para que qualquer candidato lançado pela oposição possa pelo menos sonhar em derrotar o atual Governador, caso ele vá mesmo para a disputa, logo na primeira reunião de 2014 dos partidos que compõem a oposição ao governo estadual e tinha como como objetivo principal apresentar oficialmente ao grupo o nome de Antônio Gomide (PT) como pré-candidato capaz de aglutinar a oposição e chegar ao dia 05 de Outubro com chances reais de vitória.

     O PT que pretende deixar a aba do PMDB e não ser apenas eminência parda do partido de Iris, é quem tem o nome para ser apresentado aos representantes do PPL, Pros, PTN, PRTB e PCdoB, partidos que mandaram representantes ao encontro que aconteceu nesta Segunda Feira, mas não contou com a presença do PMDB, que já oficializou e trabalha para que o nome que represente a candidatura das oposições seja o de Júnior do Friboi. O presidente estadual do PMDB, Samuel Belchior, alegou incompatibilidade de agenda para justificar a sua ausência e consequentemente dos seus pares de sigla.

        A ausência dos homens fortes do PMDB ao encontro em que a pré-candidatura de Gomide foi o tema central, reforça os rumores de um possível racha entre as cúpulas dos partidos de maior representação oposicionista. Nos discursos dos dirigentes de partidos que se fizeram presentes segue a linha de que estão buscando a união de todas as legendas que compõem a aliança, deixando mais claro ainda que não concordam em se unir em torno de outro nome que não seja o de Antônio Gomide.

         Isaura Lemos do PC do B, afirmou que considera legítima a colocação do nome de Antônio Gomide para governador, mas reiterou que nada foi definido ainda e que até final de março, os oposicionistas estarão fechados em torno de um nome capaz de unir todos os grupos e derrotar o governo atual.

           Sem a presença do PMDB na reunião, os partidos entendem que fica difícil atingir o consenso, mas que no próximo encontro já vai iniciar as tratativas sobre a elaboração de um plano de governo para a base oposicionista, e claro, esperam referendar o nome de Antônio Gomide como candidato em detrimento ao nome apresentado até agora pelo PMDB.

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