Versão da Presidenta Dilma é contestada por Graça Foster e Sérgio Gabrielli

Por essa Dilma Rousseff, Lula, PT e até o mais xiita dos oposicionistas não esperavam, os adversários tem elementos suficientes nas mãos para incomodar, e muito, o Planalto daqui, até a véspera do pleito de Outubro.

Nem o mais criativo da chamada “imprensa golpista”, termo dado por petistas que só querem acreditar na sua verdade e não em fatos, poderia ter imaginado algo tão destrutivo para a imagem de uma gestora, do que surgir do nada, um contrato mal feito, que ao invés produzir riquezas, faz é gerar imensos prejuízos. Quer uma prova maior de incompetência do que aprovar um negócio lesivo para o país.

Como sempre os petistas dizem que é uma invenção da imprensa, mas diante de prisões feitas pela Polícia Federal e declarações de colaboradores de Lula e Dilma, as coisas se apresentam como bem mais que isso.

Entenda o caso:

A Astra Oil comprou a refinaria de Pasadena em 2005, por US$ 42,5 milhões. Um ano depois, a estatal brasileira decidiu adquirir 50% da refinaria ao custo de US$ 360 milhões, e se tornou sócia da emprega belga.

Em 2008, as companhias entraram em desacordo e a Astra Oil se baseou na cláusula Put Option para exigir na Justiça que a Petrobras comprasse o restante da refinaria. O valor determinado por um juiz dos EUA foi US$ 820,5 milhões, pagos em 2012.

No total, o negócio custou US$ 1,18 bilhão à empresa brasileira, valor mais de 27 vezes superior ao que a Astral Oil pagou pela refinaria em 2005.

José Sergio Gabrielli, ex-presidente da Petrobras,  afirmou que a cláusula que obrigou a estatal a comprar por um alto valor uma refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, é comum em aquisição de empresas.

Sérgio Gabrielli estava à frente da Companhia brasileira quando as negociações para a compra da refinaria, iniciadas em 2006, ocorreram.

A presidente Dilma Rousseff, que na época era Ministra da Casa Cívil e  presidia o conselho de administração da Petrobras, divulgou nota na última quarta-feira (19), dizendo que aprovou o negócio com base em um relatório “falho”, que omitia essa cláusula.

Por meio de nota, Dilma fez referência à cláusula chamada de Put Option, que determinava que, em caso de desacordo entre os sócios, a outra parte seria obrigada a adquirir o restante das ações. Foi o que aconteceu entre a Petrobras e a belga Astra Oil.

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